[Gitec] Epístola pelo XML

Paulo Fernandes de Souza Jr. paulofernandes at interlegis.gov.br
Wed Oct 5 16:32:17 BRT 2005


  Boa Nilo. Acho que você entendeu bem o "espírito da coisa", com uma
boa visão dos benefícios que o uso dos modelos em XML podem trazer.
Vamos lá galera, vamos seguir os sábios conselhos do Nilo, que trás  com
ele um grande bagagem, cheia de conhecimento dos processos
legislativos. 
  Poderíamos começar listando quais os modelos de documento que iremos
definir, e depois trabalhando na definição de cada um deles, que tal?

[]s,

Paulo Fernandes
Programa Interlegis
Brasília - DF




Em Qua, 2005-10-05 às 15:27 -0300, Nilo da Gama Lobo escreveu:
> Portal COLAB, o ponto de encontro da Comunidade de Desenvolvimento do
> Interlegis.
> http://genesis.interlegis.gov.br
> 
> _______________________________________________________________________________
> Povo da Lista, Precisamos desenvolver os modelos em XML específicos para cada proposição (projeto de lei, projeto de resolução, projeto de decreto legislativo, emenda, requerimento, indicação, pedido de providência, etc). Com os modelos prontos fica muito fácil convencer os parlamentares, seus assessores, e até os servidores do Executivo, a apresentarem as matérias via SAPL e, melhor ainda, na linguagem XML. Os modelos facilitariam o trabalho de quem cria uma proposição, sem contar que receber uma proposição elaborada num editor de texto do tipo Word da M$ ou mesmo Writer do OpenOffice pode significar receber também, dependendo da "criatividade" do digitador, uma infinidade de formatações, macros, etc, que gerarão muito retrabalho na secretaria e/ou no próprio gabinete do autor. É possível preparar, no Zope, a formatação de fontes, recuos, negritos, cabeçalhos, timbres, etc, conforme os padrões utilizados em cada Câmara ou Assembléia. O Zope, a partir do formulário XML, gera um documento HTML, que, impresso, pode ser autografado. Acho que não só as proposições devam ser construídas em XML, mas todos os demais documentos que podem vir a compor o Processo Legislativo, tais como atas, ofícios, portarias, pareceres. É uma pena que esse recurso não esteja sendo utilizado pela comunidade. Os modelos de proposições já poderiam estar mais desenvolvidos. O aumento do índice de automação do Processo Legislativo passa, necessariamente, na minha modesta opinião, pela utilização das funcionalidades que podem ser implementadas na linguagem XML, via Zope. Um projeto que recebesse emendas, por exemplo, teria a sua redação final montada automaticamente, com as emendas que fossem aprovadas; a ata seria um documento cheio de hiperlinks apontando para as matérias, seus autores, para os avulsos da ordem do dia e do expediente, etc. Precisamos ir bem além de incentivar as pessoas a utilizarem editores de texto do tipo Writer, Word Processor, Word, etc, no processo legislativo. Do contrário, só fortalecemos uma espécie de cultura de que o computador é uma máquina de escrever melhorada e não um aparelho com alta capacidade de armazenamento e processamento de dados e automação de serviços e tarefas. É como pensar em inclusão digital sem pensar em software livre. Amigos, não sou profissional de informática; falo como servidor da área administrativa, um cara oriundo da era da máquina de escrever. Penso que, com a utilização da funcionalidade do XML, deixaremos para trás essa era. Pra quem agüentou ler esta “epístola” até aqui, agradeço a atenção. Espero me ter feito entender. Oremos. Um forte abraço pra todos. Nilo da Gama Lobo Câmara Municipal de Novo Hamburgo (RS)
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