[gicom] Participação - redes sociais

Telma América Venturelli telmaventurelli em interlegis.gov.br
Sexta Fevereiro 19 11:53:14 BRST 2010


Eita Marcelo e GICOMS
Vc tem razão as férias deram uma turbinada legal nas nossas mentes.
Tem assunto que não acaba mais!!! Esse tema promete, aliás vale a pena
aproveitar ainda o final de semana e dar uma chegada em Pedreira para
conhecer a Igreja Matriz que é linda e dar uma esticada até o restaurante DA
BELLA que tem uma comida super gostosa e com preços muito honestos.
Espero continuar nossa conversa porque o assunto é quente


Em 19 de fevereiro de 2010 11:37, Prof. Dr. Marcelo Arno Nerling <
mnerling em usp.br> escreveu:

> Nada como as férias da gente não é mesmo?
> O Hélio, com seu 'overview, nos ajudou a olhar, Maurício e Telma, para
> o tema da participação da comunicação legislativa nas redes sociais.
> Telma destaca que o momento é de 'adaptação de metodologias de
> avaliação às redes sociais, tarefa difícil porque o campo é novo'.
> O Maurício pede bis, voltando a discussão para o tema do 'ecossistema
> de mapeamento e comunicação'. Hélio, do alto de seu 'overview': -
> 'Afinal de contas, todos querem saber como medir o impacto das nossas
> ações nos ambientes de interações sociais na web?'. Sim é a resposta.
> A hipótese é a de que o 'Gerenciamento e Medição de Impactos de
> Presença Digital' não são uma cultura de massa, com o que, quem tem
> esse skill, 'é claro, poder vendê-la a peso de ouro (e
> merecidamente!!!),  para o mundo corporativo' disse o Hélio.
> A questão, relacionada à nossa Lista GICOM, é: Como proceder,
> definindo o 'ecossistema de mapeamento e comunicação' da web do
> parlamento ou casa legislativa brasileira?
> Precisamos, enquanto objetivos, definir a forma de relacionamento com
> os clientes nesse 'mundo de conexões'. Qual interface tecnológica? Com
> que caractterísticas?
> Facebook, Windows Live, My Space, Baidu, Twitter, Orkut, Hi5, QQ,
> Linkedln, deviantART (comScore, 2009). A FAcebbook tem mais de 430
> milhões de usuários. Enquanto o Facebook é mais parecido com uma
> 'conversa íntima e continuadda entre amigos', o Twitter as pessoas
> podem se inscrever e seguir qualquer tweet público, se apresentando
> como um sistema que permite aos usuários transmitierm pequenos flashes
> de informação a uma porção de estranhos, assim como aos amigos.
> O que queremos, afinal, para a comunicação do legislativo nesse lumiar
> dar redes sociais no Brasil e no Mundo?
> O 'mundo legislativo brasileiro', a comunicação legislativa, o que
> quer com essa ferramenta tecnológica? como nos relacinamos com os
> nossos clientes/cidadãos? qual é o 'brand gap' deles e o que desejamos
> criar na cabeça deles? Quais são as nossas interfaces de contato
> digital da organização? O que eles procuram quando acessam o Site do
> Legislativo? Como são entregues as informações?
> Isso tudo minimamente respondido nos dará uma métrica mínima, segundo
> o Hélio, para avaliar a 'Inteligencia Coletiva Ativa' ou Passiva, que
> nos permitiria, inclusive 'lucrar com a amizade' (Carta Capital, n.
> 583, 2010), colhendo dados das 'intenções dos usuários' com os
> ferramentas digitais disponibilizadas.
> Depois: Não devemos esquecer do 'Plano de Ação', foco na 'Missão' e
> muita 'mão na massa', para aumentar a experiencia e o conhecimento dos
> profissionais envolvidos na análise desses dados para a comunicação
> social do E-legislativo.
> Saudações Gicom.
> Att.
>
> --
> Prof. Dr. Marcelo Arno Nerling
> Curso de Gestão de Políticas Públicas
> Escola de Artes, Ciências e Humanidades
> Universidade de São Paulo - USP
>
>
> Citando Telma América Venturelli <telmaventurelli em interlegis.gov.br>:
>
> > Olá, bom dia a todos,
> > Esta discussão que estamos travando é muito interessante. Pensei um pouco
> > sobre as suas colocações Helio e penso que ainda é muito cedo para falar
> em
> > "obscurantismo" principalmente de caráter intencional. Com um pouco da
> > experiência que tenho em avaliação de impacto, acredito que estamos no
> > momento de adaptação de metodologias de avaliação às redes sociais,
> tarefa
> > difícil porque o campo é novo. Fiquei impressionada com as estratégias
> que
> > você sugeriu porque demonstram um alto grau de síntese de diversas e
> plurais
> > metodologias,contudo, recomento prudência na disseminação porque elas
> como
> > todas as outras referentes não somente às redes sociais como aos
> ambientes
> > virtuais em geral são novas, carecem de teste. Existem meios muito
> simples e
> > interessantes de aferição de audiência e impacto que nosso amigo de
> Pedreira
> > pode testar para aprender a lidar com metodologias de avaliação. Sugiro
> > replicar na rede algum fato relevante da pauta do dia ou alguma ação
> externa
> > da câmara e acompanhar a repercussão. Esta repercussão pode ser medida em
> > comparecimentos ou contribuições virtuais. A questão é que a preocupação
> com
> > o impacto está realmente associado ao objetivo da ação como o Hélio bem
> > destacou. Neste momento de exploração e disseminação destas ferramentas,
> eu
> > estabeleceria como objetivo a propria disseminação, ou seja, quantos
> > seguidores seriam cooptados, depois teria um segundo objetivo, a
> > qualificação dos seguidores, mas isto é uma outra história.
> > Baum, espero não estar atrapalhando
> > beijos a todos
> > Em 19 de fevereiro de 2010 09:54, Imprensa - Câmara Pedreira <
> > imprensa em camarapedreira.sp.gov.br> escreveu:
> >
> >> Bom dia Hélio,
> >>
> >> Obrigado por sua brilhante intervenção como sempre. Creio que entendi
> bem a
> >> idéia da "Tríade de Ouro" que você nos apresentou, mas gostaria, se
> >> possível, que você se ativesse com mais detalhes nessa primeira etapa:
> >> "Mapeamento do Ecossistema". Tenho grande dificuldade para fazer esse
> >> mapeamento aqui na Câmara porque ainda não temos um Sistema eficiente
> para
> >> essa coleta de informações. Você sugere alguma ferramenta para esse tipo
> de
> >> "pesquisas"? Sei que essa é a fase mais importante, mas precsamos ter
> meios
> >> de buscar essas informações, o que dificulta muito nossa ação de
> >> "Diagnóstico" do problema.
> >> Também agradeço a intervenção do Dr. Marcelo. Ainda não tive
> oportunidade
> >> de
> >> ler o artigo que sugeriu, mas assim que o fizer retornarei minha
> avalição
> >> sobre a leitura. Mais uma vez obrigado a todos.
> >>
> >> Atenciosamente
> >> Maurício Batarce
> >> Assessor de Comunicação
> >> (19) 3893-3172 (com.)
> >> (19) 8179-0699
> >> imprensa em camarapedreira.sp.gov.br
> >>  ----- Original Message -----
> >> From: "Hélio Teixeira" <heliolteixeira em gmail.com>
> >> To: "Grupo Interlegis de Comunicação" <gicom em listas.interlegis.gov.br>
> >> Sent: Thursday, February 18, 2010 7:19 PM
> >> Subject: Re: [gicom] Participação - redes sociais
> >>
> >>
> >> Oi Maurício
> >>
> >> Muito interessante o seu questionamento e gostaria de fazer alguns
> >> comentários a respeito.
> >>
> >> A sua pergunta é muito recorrente em nosso meio. Não há uma única
> >> reunião de briefing onde esse tema não seja abordado. Afinal de
> >> contas, todos querem saber como medir o impacto das nossas ações nos
> >> ambientes de interações sociais na web? Sem dúvida, esse é um
> >> questionamento generalizado, diga-se de passagem uma questão ainda
> >> obscura tanto para muitos outros profissionais sérios e bem
> >> intencionados como você como também para os não tão sério, os chamados
> >> "pseudoespecilistas", figuras muito comuns no mundo da comunicação,
> >> que não sabem muita coisa sobre o assunto, mas insistem em falar
> >> bobagens...
> >>
> >> A origem de tanto "obscurantismo" sobre o tema pode ser resumido em
> >> dois pontos principais: (1)a escassez de estudos sérios sobre o
> >> assunto e o pior de todos, (2) a falta de interesse dos detentores
> >> deste conhecimento em compartilhar as tais metodologias. Via de regra,
> >> o assunto é tratado como segredo industrial por quase todas as
> >> agências de publicidade e empresas de monitoramento de diálogos
> >> digitais.
> >>
> >> Dessa forma, e infelizmente, não há como negar que a grande maioria
> >> das empresas e dos profissionais sérios e realmente competentes na
> >> área, não abrem para ninguém (a não ser para os seus ricos clientes) a
> >> tal da metodologia de "Gerenciamento e Medição de Impactos de Presença
> >> Digital". Para, é claro, poder vendê-la a peso de ouro (e
> >> merecidamente!!!),  para o mundo corporativo.
> >>
> >> Como acredito que conhecimento é algo que só presta se for
> >> disseminado. Aqui vai, em primeira mão, um overview da metodologia que
> >> desenvolvi. E que graças à Deus já está sendo utilizada (com muito
> >> sucesso!) por várias empresas nossas clientes (algumas com atuação
> >> multinacional):
> >>
> >> Vamos lá:
> >>
> >> Em primeiro lugar, sempre que me deparo com esse questionamento nas
> >> reuniões de briefing, palestras e workshop que ministro mundo afora,
> >> começo a minha resposta falando do que eu chamo de "Tríade de Ouro dos
> >> Relacionamentos Digitais". Quem vem a ser (1)Mapeamento do ecossistema
> >> de relacionamentos e comunicação, (2)Planejamento e definições de
> >> objetivos (táticos e estratégicos) de relacionamento, entrega de
> >> serviços e gestão da experiência (e alguns outros tópicos que por
> >> falta de espaço e tempo não dá pra falar em todos aqui...) e, claro, o
> >> mais importante quando falamos em medição de impacto, as (3)Métricas.
> >>
> >> Vamos falar um pouco de cada um:
> >>
> >> (1) Mapeamento do ecossistema de relacionamentos e comunicação - Essa
> >> é a parte que eu considero a mais importante em todo o processo de
> >> gerenciamento e entregas de serviços e experiências (via presença
> >> digital) de qualquer organização, quer seja ela pública ou privada.
> >>
> >> É aqui que está a base de todo das principais decisões (táticas e
> >> estratégicas) que nortearão todo o resto do projeto.
> >>
> >> Aqui você vai se inteirar da situação. Vai saber como anda o teu
> >> relacionamento com os teus clientes. Vai saber também o que chamamos
> >> de "brand gap", que é a diferença que existe entre a imagem da tua
> >> organização que é percebida pelos teus clientes e aquela que você
> >> desejaria que existisse na cabeça deles. Vai saber ainda como anda a
> >> tua presença digital: como as pessoas se relacionam com as interfaces
> >> de contato digitais da sua organização, o que elas procuram quando
> >> acessam o teu sítio, como elas avaliam a tua comunicação, como a
> >> informação está sendo entregue, etc... (são muitos os tópicos que
> >> avaliamos nessa fase, e repito, não seria possível listar todos aqui)
> >>
> >> Outro recurso muito útil nessa fase é o que chamamos vulgarmente de
> >> "learning machine" (leia mais aqui:
> >> http://en.wikipedia.org/wiki/Machine_learning) que vai te ajudar na
> >> captação da chamada Inteligência Coletiva Ativa a partir da coleta de
> >> dados das interações dos usuários com as tuas ferramentas digitias.
> >>
> >> Você pode ainda utilizar-se do que eu chamo de "Inteligência Coletiva
> >> Passiva". Um conceito ainda experimental e muito promissor, que estou
> >> desenvolvendo junto com um grupo de estudiosos norte-americanos, e que
> >> já tem trazido ótimos resultados em todos os ambientes onde ela já foi
> >> utilizada. Se você desejar, podemos conversar depois, para detalharmos
> >> mais esse tema.
> >>
> >> (2) Planejamento e definições de objetivos - Após a "conclusão" do
> >> mapeamento. É preciso analisar com cuidado todos os dados e traçar
> >> cuidadosamente um plano de ação que além de obviamente corrigir os
> >> problemas encontrados possa também tratar daquilo que realmente seja
> >> POSSÍVEL ser feito para cumprir a missão da Organização em questão.
> >>
> >> Nessa fase um dos fatores mais críticos é a experiência e o
> >> conhecimento dos profissionais envolvidos na análise dos dados obtidos
> >> na fase anterior, pois é justamente aqui que a maioria dos projetos
> >> naufragam...
> >>
> >> (3) Métricas - Quando falamos em medição de impactos é muito
> >> importante termos em mente duas coisas: (1)Cada projeto tem a sua
> >> métrica ideal. (2)Cada ação precisa ter um objetivo específico e que
> >> possa ser mensurado com precisão.
> >>
> >> Aqui, considero se suma importância a utilização de ferramentas
> >> específicas. Escrevi um artigo no Chapa Branca que fala exatamente
> >> sobre isso, leia aqui:http://comunicacaochapabranca.com.br/?p=8164
> >>
> >> Como disse no início, esse é apenas um "overview". Portanto, nas
> >> próximas intervenções vou me aprofundar um pouco mais em cada um dos
> >> pontos citados acima.
> >>
> >>
> >> Grande abraço
> >>
> >> --
> >> Hélio Teixeira
> >> http://ComunicacaoChapaBranca.com.br<http://comunicacaochapabranca.com.br/>
> <http://comunicacaochapabranca.com.br/>
>  >> Twitter: http://twitter.com/helioteixeira ou
> >> http://twitter.com/chapabranca
> >>
> >> Em 18 de fevereiro de 2010 19:17, Hélio Teixeira
> >> <heliolteixeira em gmail.com> escreveu:
> >> > Olá Professor
> >> >
> >> > Muito boa a sua intervenção. Já li a matéria citada por você e reforço
> >> > as suas palavras. A matéria é muito boa mesmo e merece ser lida.
> >> >
> >> > Grande abraço
> >> >
> >> > Hélio Teixeira
> >> >
> >> >
> >> >
> >> > Em 18 de fevereiro de 2010 18:50, Prof. Dr. Marcelo Arno Nerling
> >> > <mnerling em usp.br> escreveu:
> >> >> Prezado Maurício Batarce,
> >> >> a revista Carta Capital de 17/02 publicou uma reportagem especial
> >> >> sobre redes sociais. O título do encarte, cujo conteúdo fora
> produzido
> >> >> pelo The Economist e licenciado para a Carta, fala de 'um mundo de
> >> >> conexões'. Vale a pena ler para incrementar o debate.
> >> >> Att.
> >> >> --
> >> >> Prof. Dr. Marcelo Arno Nerling
> >> >> Curso de Gestão de Políticas Públicas
> >> >> Escola de Artes, Ciências e Humanidades
> >> >> Universidade de São Paulo - USP
> >> >>
> >> >>
> >> >> Citando Imprensa - Câmara Pedreira <
> imprensa em camarapedreira.sp.gov.br>:
> >> >>
> >> >>> Boa tarde caros amigos do Grupo Interlegis de Comunicação,
> >> >>>
> >> >>> Como minha primeira participação na lista, gostaria de colocar em
> >> >>> pauta uma discussão importante para nossa área ao meu ver: Redes
> >> >>> Sociais de Relacionamento. Tenho feito o possível para tentar
> >> >>> inserir as atuações da Câmara de Pedreira em diversas redes sociais
> >> >>> de relacionamento como Twitter, Orkut e alguma coisa no Facebook,
> >> >>> mas minha grande dificuldade é a de monitorar o impacto dessa
> >> >>> divulgação e de quantificar o retorno desse trabalho de alguma
> >> >>> forma. Ainda não colocamos o Portal Modelo aqui porque teríamos que
> >> >>> mudar de servidor o que complicaria muito nosso trabalho na
> >> >>> internet, já que existe toda uma estrutura antiga estabelecida.
> >> >>> Vocês poderíam me ajudar com essas questões? Como posso medir o
> >> >>> impacto das ações nas mídias sociais e como utilizar essaa
> >> >>> ferramentas da melhor forma possível? Aguardo sugestões.
> >> >>>
> >> >>> Atenciosamente
> >> >>> Maurício Batarce
> >> >>> Assessor de Comunicação
> >> >>> (19) 3893-3172 (com.)
> >> >>> (19) 8179-0699
> >> >>> imprensa em camarapedreira.sp.gov.br
> >> >>>
> >> >>
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