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Puxa Luis Fernando, <br><br>Quem me dera ir a esse congresso!!!<br>Quanto ao obervatório das leis, por mim, considere a idéia aprovada. <br>E, aproveito para dar outra sugestão: Nessa nova etapa do Interlegis, poderia ser criada uma plataforma de trabalho com Câmaras Municipais de interior, especificamente para trabalhar legística. E, um trabalho que permitisse a participação de servidores do Poder Executivo Municipal, ligados à elaboração dos projetos de iniciativa do Executivo (que são a maioria). Presto assessoria a algumas prefeituras vizinhas a Sete Lagoas e tenho ficado impressionada com a péssima qualidade da legislação. São tantos os absurdos! E o pior é que na maioria das situações, existe um advogado, contratado ou titular do cargo de procurador (com o mais absoluto respeito) encarregado da elaboração das normas (enquanto projetos). Ocorre que, advogados, com exceção dos que tem capacitação específica e alguma experiência, não dominal a Legística. As faculdades, com exceção da UFMG, com a recente iniciativa da Dra. Fabiana de Menezes, não ensinam sobre isso. <br>Nas duas ocasiões em que participei do Encontro GITEC, inclusive o GIAL foi criado por sugestão minha após o primeiro encontro, venho apontando esse problema. Não basta ao Interlegis fornecer tecnologia de ponta e programas de apoio ao processo legislativo. É preciso fortalecer a base de conhecimento legislativo para que as ferramentas sejam melhor usadas. Do contrário, elas servirão para expor a vergonhosa elaboração de verdadeiras aberrações. <br>Para ilustrar, vou citar exemplos vivenciados por mim recentemente, sem citar o nome do Município, por uma questão de ética!<br><br>- Lei Orgânica e lei ordinária que determina e cria, respectivamente, comissão de controle interno municipal mista, composta por servidores do Executivo e do Legislativo.<br>- Estatuto de servidores editado por lei ordinária. <br>- Projeto de lei sendo arquivado ao final de Sessão Legislativa. <br>- Numeração sequencial de leis municipais sendo reiniciadas a cada nova gestão. <br><br>Cito esses exemplos, porque facilmente dá pra perceber a precariedade vivida pelos municípios de interior. <br>Fica aqui a sugestão!<br><br>Um abraço<br><br><em><strong>Kelly Cristina O. Soares <br></strong></em><br><br><br><br><hr id="stopSpelling">Date: Thu, 18 Feb 2010 16:18:40 -0200<br>From: neranto@gmail.com<br>To: gial@listas.interlegis.gov.br<br>Subject: Re: [gial] Legitimidade da lei<br><br>Quero informar que poderíamos criar um "OBSERVATÓRIO DAS LEIS" neste espaço democrático, mensurando o alcance social e o custo-benefício da construção das leis.  É uma sugestão do prof. Carlos Branco, da Universidade de Lisboa, Portugal, em sua obra "Manual de Legística".<br>
Na UFMG já existe.  Há até a cadeira de Legística na Faculdade de Direito (prof. Dra. Fabiana).<br>A propósito será realizado em Lisboa, dias 24 e 25 de junho de 2010, o 9º IAL (9th Congress of International Association of Legislation), visite o link: <cite><a href="http://www.fd.unl.pt/Anexos/PreliminaryProgramme/9th">www.fd.unl.pt/Anexos/PreliminaryProgramme/9th</a><b>IAL</b>CONGRESS.pdf<br>
Abraços a todos,<br>Luis Fernando<br></cite><br>                                          <br /><hr />Fique protegido enquanto navega na Internet. <a href='http://go.microsoft.com/?linkid=9707132' target='_new'>Instale o Internet Explorer 8.</a></body>
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