[gial] RES: RES: RES: RES: Por onde anda a alma do Legislativo?

Robison Gonçalves de Castro RGCASTRO em senado.gov.br
Segunda Maio 3 10:05:31 BRT 2010


Pois é... Mas o governo autoritário utilizou EMC e OSPB para fazer propaganda do regime e não para educar. E cortou filosofia das grades escolares....

 

Róbison Gonçalves de Castro

Diretor de Planejamento e Fomento do Projeto Interlegis

rgcastro em senado.gov.br

55(61)3303-2618

 

________________________________

De: gial-bounces em listas.interlegis.gov.br [mailto:gial-bounces em listas.interlegis.gov.br] Em nome de Iber Vasconcelos Jr.
Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2010 10:02
Para: 'Grupo Interlegis de Assessoria Legislativa'
Assunto: Re: [gial] RES: RES: RES: Por onde anda a alma do Legislativo?

 

Caro Róbison;

 

Vou fazer um comentário e me praparar para a paulada....Ah, que saudades das aulas de Moral e Cívica e de OSPB.....ainda que com conteúdo necessáriamente reformulado...mas que saudade....

 

 

Iber

 

De: gial-bounces em listas.interlegis.gov.br [mailto:gial-bounces em listas.interlegis.gov.br] Em nome de Robison Gonçalves de Castro
Enviada: Monday, May 03, 2010 9:57 AM
Para: Grupo Interlegis de Assessoria Legislativa
Assunto: [gial] RES: RES: RES: Por onde anda a alma do Legislativo?

 

Caro Iber,

 

Em função de manifestações como esta sua eu decidi permanecer. Não tenho nada a esconder.

 

Quanto à conversa abaixo, concordo com vc: nosso sistema educacional não forma cidadãos. Os Governos que se alternam buscam utilizar o sistema educacional para "vender" suas teses sobre como deve ser a realidade política. Não ensinam quais são as Instituições, para que elas servem, como elas funcionam em outros países comparativamente às nossas. 

 

Róbison Gonçalves de Castro

Diretor de Planejamento e Fomento do Projeto Interlegis

rgcastro em senado.gov.br

55(61)3303-2618

 

________________________________

De: gial-bounces em listas.interlegis.gov.br [mailto:gial-bounces em listas.interlegis.gov.br] Em nome de Iber Vasconcelos Jr.
Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2010 07:50
Para: 'Grupo Interlegis de Assessoria Legislativa'
Assunto: Re: [gial] RES: RES: Por onde anda a alma do Legislativo?

 

Bom dia Róbison;

 

Você está correto em sua análise histórica. Desde que os europeus por aqui aportaram são raros os episódios de incentivo a educação, politização e crescimento democrático. Não havia interesse das metrópolis e todos sabemos disso. As instituições precisam mesmo ser reformadas em alguns aspectos, mas isso necessáriamente passa pela reforma das instituições educacionais - do maternal ao pós doutorado. Óbvio que ações desse tipo demoram anos, mas há que se iniciar o processo. Peço que reconsidere sua intenção de sair da lista. Sua contribuição é fundamental para todos nós. Até pelo exemplo, de um dirigente de orgão governamental se expôr ao debate público e participar ativamente das atividades, caso infelizmente ainda raro na administração nacional. Abraços;

 

 

 

 

Iber Vasconcelos Jr.

Gestor de Informática

Câmara Municipal de Birigüi - SP

(018) 3649-3000    r. 127

 

 

 

De: gial-bounces em listas.interlegis.gov.br [mailto:gial-bounces em listas.interlegis.gov.br] Em nome de Robison Gonçalves de Castro
Enviada: Saturday, May 01, 2010 8:49 AM
Para: Grupo Interlegis de Assessoria Legislativa
Assunto: [gial] RES: RES: Por onde anda a alma do Legislativo?

 

BOm dia,

 

Não vou deixar sua colocãção no ar.

 

Caro Alexandre, eu, e pode ser que esteja completamente errado e sendo excessivamente pessimista, vejo, sim, a formação histórica dos países sulamericanos conspirando contra a democracia, Nos períodos ditatoriais fomos educados para tanto e há uma crença que temos as condições que temos porque somos dominados por outros enão pelos nossos próprios erros. Há uma crença de que o Estado resolverá os probelmas da sociedade, se tiver líderes fortes. Bom, eu acredito em instituições e acredito na força da cidadania eda organização social. mas não quandoe stas organizações se apóiam no estado, se deixam cooptar por partidos e quando seus chefes buscam cargos no estado.

 

Vc diz: "A reforma das instituições, como por exemplo o Parlamento, não me 
parece a saída mais razoável como primeira ação no sentido da real 
representação. Instituições são antes de tudo representações de 
pessoas e valores da sociedade em voga."

 

Concordo plenamente. Não acho que d eva mesmo ser a primeira ação no sentido da real 
representação. Mas acho que deve ser feita.

 

Em minha opinião, para começarmos a melhorar o País, primeiro tínhamos que fazer uma investimento bem mais sério em educação e redistribuição de renda (e não de bolsas...). Depois tínahmos que rever as atribuições dos poderes e reorganizar o modelo federativo. Tarefas complexas.

 

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De: gial-bounces em listas.interlegis.gov.br em nome de ale.felipe em usp.br
Enviada: qui 29/4/2010 17:47
Para: gial em listas.interlegis.gov.br
Assunto: Re: [gial] RES: Por onde anda a alma do Legislativo?

Robinson, creio que talvez a palavra que você tenha usado seja forte, 
não vejo a formação histórica conspirando contra a democracia. 
Concordo que talvez seja um ascpeto que torne mais delicado ainda essa 
jogo político.

A reforma das instituições, como por exemplo o Parlamento, não me 
parece a saída mais razoável como primeira ação no sentido da real 
representação. Instituições são antes de tudo representações de 
pessoas e valores da sociedade em voga.

Alexandre Lima



Citando Robison Gonçalves de Castro <RGCASTRO em senado.gov.br>:

> Caros Alexandre e Alessandra,
>
> Há alguns anos atrás li uma obra, que não é nova, cujo autor se  
> chama Vítor Nunes Leal, que tem por título: "Coronelismo, Enxada e  
> Voto". Penso que esta é obra, que fala da história de nossa formação 
>  política, ainda é atual para quem quer entender o tipo de  
> questionamento que tão adequadamente trazem a baila.
>
> Em suma: penso que nossa formação histórica conspira contra a  
> democracia, a separação do poderes, a redução das desigualdades  
> sociais. E não vi governo na República, nenhum sequer, que não se  
> apóie nas oligarquias tradicionais para conseguir base de  
> sustentação. Reformar as instituições com esta base penso ser um  
> paradoxo.
>
> Minha experiência é que no pequeno município, tudo ainda é mais  
> difícil neste sentido. Cabe a nós, todavia, plantar as sementes que  
> possibilitem transformar este estado de coisas.
>
> Róbison Gonçalves de Castro
> Diretor de Planejamento e Fomento do Projeto Interlegis
> rgcastro em senado.gov.br
> 55(61)3303-2618
>
>
> -----Mensagem original-----
> De: gial-bounces em listas.interlegis.gov.br  
> [mailto:gial-bounces em listas.interlegis.gov.br] Em nome de  
> ale.felipe em usp.br
> Enviada em: segunda-feira, 26 de abril de 2010 21:32
> Para: gial em listas.interlegis.gov.br
> Assunto: [gial] Por onde a alma do Legislativo?
>
> Muitas vezes nos questionamos acerca da real força que as Câmaras
> espalhadas pelo Brasil e o Congresso possui, principalmente, frente ao
> Poder Executivo.
>
> Na verdade, essa questão de separação de poderes iniciou-se apenas com
> Montesquieu, no entanto, o jogo de poder e força já existia antes. Por
> exemplo, na Inglaterra em 1215, quando a nobreza feudal inglesa impôs
> ao rei João - Sem - Terra a criação da Carta Magna - precurssora das
> Cartas pelo mundo - como forma de dificultar o processo de
> centralização política. Antes, a ideia de Parlamento consistia apenas
> na reunião de pessoas mais sábia e vividas como forma consultiva.
>
> Somente no período do rei supra-citado que o "Poder Legislativo"
> (entre aspas pois não existia essa separação à época) inicia
> claramente uma disputa de poder legalmente com o Monárquico, e pior,
> de uma forma ainda não respaldada através de uma lei ou Carta que, até
> então, pudesse dar arcabouço para essa disputa.
>
> Fizemos essa pequena introdução histórica para iniciar a ideia e o
> debate sobre essa contradição na qual o Parlamento foi se construindo.
>
> Sua gênese foi para frear o poder e o ímpeto Monarquico -
> centralizador e mesmo assim atuando em um cenário de ausência legal
> que resguardasse essa disputa. Já o que temos atualmente é um
> Parlamento e uma infinidade de Câmaras de Vereadores espalhadas pelo
> país cujo poder de representatividade social e força político no trato
> com o Executivo é diminuta. E um agravante: não faltam sustentações
> legais para sustentar essa força, vide os variado artigos da
> Constituição que cita as suas atribuições (ex. art. 51), isso só para
> citar a esfera federal.
>
> Por isso aproveito essa lista, na qual proporciona-se um contato
> direto com servidores tanto de esferas municipais como federais e cujo
> trabalho está diretamente ligado ao dia - a - dia político dessas
> Casas, e gostaria de ouvir também a opinião e a experiência de vocês
> sobre a inquietude levantada.
>
> Att,
> Alexandre Lima (ale.felipe em usp.br)
> Alessandra Suarez (ale_suarez em msn.com)
>
> Graduandos do curso de Gestão de Políticas Públicas - USP
>
> --
> Site da Comunidade GIAL
> http://colab.interlegis.gov.br <http://colab.interlegis.gov.br/> 
>
> Para pesquisar o histórico da lista visite:
> http://colab.interlegis.gov.br/wiki/PesquisaListas
>
> Para administrar sua conta visite:
> http://listas.interlegis.gov.br/mailman/listinfo/gial
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